quarta-feira, 20 de maio de 2009

Entramos na agenda

Talvez em função do mau desempenho de Sérgio Cabral nas recentes pesquisas de intenção de voto para o governo do Estado, a incorporação da gratificação relativa ao extinto programa Nova Escola, antiga promessa do governador para os profissionais da rede estadual de educação, voltou à pauta em sua inepta gestão.
Nova matéria sobre a reivindicação da categoria - tema já abordado aqui nesta semana - foi publicada na edição de terça-feira do jornal O Dia - leia aqui.
Parece que, finalmente, frente à baixa popularidade, nós, servidores públicos, entramos na agenda de Cabral.

3 comentários:

  1. Ainda dizem que o o governo não investe em educação, o RJ nunca teve tantas escolas tecnicas quanto nesse governo, significa ensino de qualidade, e mão de obra qualificada para o mercado.

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  2. quando falarem de educação por favor, nào esqueçam de mensionar que o governador teve a iniciativa de doar um nootebook para cada professor com intuito de incentivar sua reciclagem, e que nunca foi criada tantas escolas tecnicas como nesse governo etc... etc...
    Isso ninguem fala

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  3. Caros Comentaristas,

    Vocês levantam ações pontuais e de alcance discutível para defender um governador que efetivamente ainda não tem o que mostrar no que se refere à Educação.
    Basta ver a carta enviada por ele na campanha, em 2006, para a casa das professoras e conferir o que foi cumprido. Muito pouco!
    O salário continua abaixo do razoável, quase a metade do que é pago em municípios como Campos, Duque de Caxias e Macaé, dentre outros.
    Segue a "novela" do Nova Escola. A incorporação prometida há dois anos e meio segue comentada na mídia e não chega aos contracheques dos profissionais da educação da rede estadual.
    E já que falaram na rede FAETEC, ainda não houve concurso para suprir centenas de vagas para professores nas escolas técnicas, outra promessa.
    Os tais notebooks não devem se restringir a instrumento para "reciclagem" dos professores. Se as escolas da Secretaria de Estado de Educação recebessem investimentos em infra-estrutura - outra jogada de marketing de Cabral - incluindo a instalação de mais laboratórios de informática nas unidades, os tais notebooks doados poderiam também servir para interação pedagógica com os alunos.
    Além disso, os valores destes micro e os processos de aquisição dos mesmos foram postos em suspeição pela imprensa.
    Enfim, na Educação o saldo Cabral ainda é - muito - negativo!

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