sábado, 16 de janeiro de 2010
Haiti: Hobbes 1 X 0 Rousseau
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sem razão e sem luz!
Segundo informações que nos foram passadas por duas fontes distintas no início da semana, a ampla efetuou o corte no fornecimento de energia elétrica ao sindicato por inadimplência nas contas relativas a tal serviço.
Será que tal descalabro administrativo que este fato, somado à denúncia de inadimplência de quase três anos no pagamento do aluguel da sede, parece indicar tem a ver com a negativa em responder nossos questionamentos sobre a dministração e as finanças da entidade encaminhados no período entre a eleição e a data marcada pra nossa posse e com a manobra golpista contra a vontade de mudança democraticamente manifestada pela categoria? Creio que sim.
O que temem os ex-diretores do SINPRO que, apesar da tentativa golpista de se manterem na gestão sob a forma de "junta administrativa provisória", mantém fechada a entidade desde 22 de dezembro do último ano?
Sobre nossa "indisciplina"
Não obstante termos pasado os três últimos dias da última semana e o primeiro desta em Chapéu de sol, sem acesso à rede, a raridade dos posts ao longo destes últimos três dias se deve a compromissos acadêmicos por demais postegardos e prestes a serem cumpridos no limite do prazo possível.
Assim, além do hexacampeonato recém conquistado, possivelmente passarei a ostentar em breve título de outra natureza, que, para além dos muitos conhecimentos acumulados ao longo dos últimos anos em função de tal curso de pós-graduação, pode significar vantagens na carreira profisional.
Esta é a justificativa para nossa ausência por aqui.
Coisas de Campos...
2- Pra minha surpresa, apesar de o espaço interno da lanchonete estar praticamente lotado às 19:30, quando cheguei ao local, a administração da casa mantinha inacessível aos clientes uma ampla área externa ao ar livre com cerca de 40 mesas, bem mais arejada e agradável neste calor "senegalês" de janeiro! Não resisti e, ao pedir a conta, questionei à simpática garçonete responsável pelo nosso atendimento a razão da medida. E ela, sem perder a simpatia mas um pouco sem graça, frente a minha observação que tratava-se de mera curiosidade, confessou francamente não saber o sentido da coisa. Depois reclamam quando lembramos de Sucupira!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Quem tem medo de ideias abstratas?
"É natural que haja reação contra o governo quando apresenta um projeto polêmico que afeta os interesses de determinados setores.
Em sete anos de governo Lula, no entanto, não houve caso de tamanha unanimidade contrária como está acontecendo agora em relação ao Programa Nacional dos Direitos Humanos.
Numa só tacada, o plano solenemente anunciado ao país pelo presidente Lula, na antevéspera do Natal, conseguiu colocar na mesma trincheira as Forças Armadas, a Igreja, a Imprensa, os ruralistas e setores do próprio governo, provocando uma reação em cadeia na última semana, quando se tornaram conhecidos detalhes das 521 medidas previstas para as mais diferentes áreas da vida nacional. (...)
O que não dá para entender é qual a motivação do governo para comprar tantas brigas com cachorro grande ao mesmo tempo, justamente na abertura de um ano eleitoral, já na reta final do segundo mandato, depois de fechar 2009 navegando num mar de almirante, com o presidente Lula batendo recordes de popularidade e sua candidata, Dilma Roussef, subindo nas pesquisas. (...)
Sem entrar no mérito de cada proposta, até porque são tantas que se torna impossível analisar uma a uma no espaço de um blog, o fato é que antes mesmo de chegar ao Congresso Nacional em forma de projeto de lei, o conjunto da obra do decreto sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos, da forma como foi apresentado, até agora só trouxe sérios problemas para o governo, e deu de graça uma bandeira e um discurso que faltavam à oposição. (...)
Como era de se esperar, depois de passar os últimos meses com dificuldades para encontrar carniça, a urubuzada já se assanhou ao ganhar de graça este prato cheio para atacar o governo e o PT, com seus velhos jargões, que ressuscitaram até o stalinismo e a luta armada, mas convenientemente se esqueceram de contar a história completa e lembrar que o atual programa é apenas continuação de um trabalho iniciado no governo FHC .
Por ironia do destino, no meio do tiroteio contra o atual governo, a defesa mais veemente veio exatamente do cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, que fez parte do governo Fernando Henrique Cardoso, na área de direitos humanos, e participou da redação dos dois primeiros programas, lançados em 1996 e em 2002.
Pinheiro, que também ajudou na revisão do texto da terceira edição do Programa de Direitos Humanos, este que foi lançado agora em dezembro, disse ao Estadão:
“Não foi o presidente Lula quem inventou isso. Essa é a terceira edição do programa. Os dois primeiros tiveram a mesma abrangência do programa que está sendo debatido agora. E tanto Lula como Fernando Henrique Cardoso acertaram, porque direitos humanos não abarcam apenas direitos civis e políticos como se imagina”.
Nas duas primeiras edições do programa, porém, não há notícia de que tanta gente tenha ficado indignada e revoltada com o governo da época."
domingo, 10 de janeiro de 2010
Dilema Existencial
"O que vocês fazem nas férias sem futebol?
Sim, por favor, contem para mim o que vocês fazem? Como enganam o tempo sem o velho esporte? Tevê? Cônjuges? Livros? Comendo feito um glutão?
Confesso que agora já começo sentir uma certa saudade de ler uma escalação, daquela tensão pré-jogo, de xingar os pernas de pau do meu time, etc..."
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Golpe no Sinpro Campos/ São João da Barra
Na tarde de segunda-feira (04/01), às 15:00, data e horário marcados pela própria Comissão eleitoral responsável pelo pleito para dar posse à nova diretoria do sindicato - conforme disposto pelo artigo 51 do Estatuto da entidade - a mesma não se fez presente. Apenas a Presidente da Comissão, Dra. Beatriz Bogado compareceu ao portão do Sindicato - cuja sede permaneceu fechada por todo o dia - onde nós, diretores eleitos, aguardávamos acompanhados de diretores da FETEERJ (Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no RJ), da CONTEE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino) e de outros Sinpros do Estado, para justificar a situação, motivada por alegação golpista da direção cujo mandato se expirou no último dia 31/12/2009, que, segundo ela, por alguma razão injustificada se auto-intitulou "junta administrativa provisória" e estaria convocando uma Assembléia para o mês de março com pauta que pra mim não é clara.
Na opinião de nossa chapa, na medida em que não é de nosso conhecimento qualquer contestação ao resultado das urnas proclamado pela Comissão Eleitoral, trata-se de ação golpista com vistas a postergar nossa posse por alguma razão obscura.
Após permanecermos por toda a tarde de segunda em frente à sede fechada do sindicato, mantive um último contato com a Dra. Beatriz por volta das 18:00. Após entendimento com nossa assessoria jurídica ela manifestou disposição de nos dar posse, mas ponderou que não gostaria de fazê-lo sem a anuência do conjunto da Comissão, acrescentando que tentava em vão até aquele momento contato com os demais membros da mesma. Propôs me retornar no dia seguinte (ontem, 05/01) para agendar o ato de posse, porém não estabeleceu qualquer contato até o presente momento.
Temos em mãos um documento lavrado no dia 04 por sete diretores da FETEERJ presentes à Campos para nossa posse, reconhecendo a legitimidade de nossa eleição e nossa condição de diretoria de fato da entidade sindical dos professores locais desde a data prevista para posse na Ata de apuração das eleições vencidas por nós.
Continuamos aguardando uma posição da Comissão Eleitoral, mas vamos à Justiça garantir o mais breve possível o efetivo exercício do mandato que nos foi conferido democraticamente pela maioria da categoria.
Preconceito desmistificado!
A pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, de São Paulo, em meados de dezembro confirmou o que já sabíamos sobre a imensa maioria representada pela nação rubro-negra no universo das torcidas dos clubes brasileiros, com destaque para um detalhe em especial.A pesquisa confirma que o Fla tem maioria de torcedores proporcionalmente entre todas as classes e segmentos sociais! Ao contrário da versão preconceituosa da torcida "arco-iris", que tenta associar majoritariamente nossa torcida a segmentos marginalizados e a atos de vandalismo, os dados revelados pela recente pesquisa revelam que o Mengão tem a maioria dos torcedores entre os brasileiros de maior escolaridade e renda familiar - saiba mais clicando aqui.
Outra novidade importante é que, no Estado do RJ, já somos mais da metade da população; 51% dos fluminenses declararam torcer pelo Fla.
Um hexagero de popularidade!!!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Paraíso?
A gestão do município, que caracteriza-se pela modernidade em vários aspectos, perdeu ótima oportunidade de consolidar esta marca com o já corriqueiro recurso à rede para as inscrições e criou uma situação caótica para os candidatos, típica de Sucupira.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Da série frases para esquecer
Lula é mais popular líder do mundo
Ao atingir os 83% de aprovação segundo CNI – IBOPE de dezembro, o presidente Lula se torna o mais popular líder do mundo. A conclusão é do insuspeito cientista político Antonio Lavareda – conhecido por sua extensa produção acadêmica e por ser militante do PSDB. Segundo ele atrás de Lula estão duas mulheres: Michelle Bachelet, do Chile, no patamar de 70% e Angela Merkel, da Alemanha, e no patamar de 60%.
Le monde – Lula homem do ano
El país – Lula personalidade do ano
Financial Times – Lula está entre os 50 que moldaram a década
Los Angeles Times – Lula “homem extraordinário”
Süddeutsche Zeitung – Lula “superstar”
Data Folha - "Lula é o brasileiro mais confiável".
Alguém lembra das palavras de FHC em outubro de 2006?
O “ociólogo” disse:
“Lula não é um líder, é um símbolo”.
sábado, 2 de janeiro de 2010
A PAZ QUE EU NÃO QUERO !
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Feliz 2010!
O mensalão da CIA
Gordon : “Demos. Definitivamente. Com o passar do tempo,considerei que este foi um erro de nossa parte. Nós estávamos,na época,influenciados pelo que tinha acontecido na Itália logo depois da guerra: historiadores acham que o apoio aos anti-comunistas italianos – inclusive com dinheiro e propaganda – foi o que tornou impossível a vitória eleitoral dos comunistas”.
Gordon: “A minha estimativa é de que foram cinco milhões de dólares (N: a preços de 2002, 30 milhões de dólares – ou cerca de 100 milhões de reais). Mas não se produziram resultados importantes, porque o Congresso que foi eleito em 1962 não foi diferente do Congresso anterior. Miguel Arraes- por exemplo- se elegeu governador em Pernambuco, o que foi um fato mais importante do que qualquer mudança no Congresso”.
Gordon: “Houve um grupo de candidatos – geralmente, à direita do centro, simpatizantes dos Estados Unidos”. (...)
Gordon: “A participação ativa foi zero. Mas, especialmente depois do comício do presidente Goulart na Central do Brasil, houve vários contatos, inclusive entre o adido militar da embaixada, Vernon Walters e o marechal Castelo Branco, em que se demonstrou o interesse numa oposição”.
Gordon: “A minha idéia foi que,na eventualidade de uma tentativa de derrubar João Goulart, um grupo militar brasileiro poderia ser contestado por outro grupo militar. Eu imaginei que poderia haver uma divisão do país – com militares em lados opostos. Numa tal eventualidade, os Estados Unidos evidentemente teriam uma preferência pelo lado anti-esquerdista, pelo lado anti-João Goulart. Naquele momento,considerei,então,a possibilidade de que uma frota armada, com a bandeira americana visível no litoral brasileiro, teria um resultado desencorajador para o lado pró-Goulart e encorajador para o lado anti-Goulart”.
Retrospectiva 2009 - política
Posse
Como chapa de oposição - até agora sem acesso à situação administrativa da entidade - e também em função do período de fim-de-ano, não foi possível organizarmos um ato festivo, mas os amigos e companheiros do movimento sindical serão bem-vindos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Retrospectiva 2009 - esporte
Questão de esclarecimento.
O Blog do Roberto Moraes e a Trolha já destacaram a escorregada do júnior cabral ao admitir textualmente em entrevista ao Valor Econômico que "(...)Campos é um problema" no que se refere à aplicação dos royalties do petróleo.
Partindo do pressuposto razoável que tal "problema" não foi gestado exclusivamente nos últimos doze meses, seria interessante que o órgão de imprensa local responsável pela bajulação oficial ao governador o ouvisse à guisa de esclarecer a responsabilidade de alguns seus aliados na política local em tal contexto.
