Em tempos paradoxais como o nosso, no qual a crise dos valores tradicionais não leva à criação de novas práxis mas ao niilismo predatório, cabe abrir espaço para a reflexão dialética. Por isso destacamos parte do instigante texto de Olgária Mattos (filósofa e professora da USP) denominado:
A democracia pós-moderna
"A democracia moderna se expressa na idéia de espaço público, cuja certidão de nascimento foi a polis grega. Inventora da política, esta significou o advento da isonomia (as mesmas regras válidas para todos os cidadãos), da isegoria (todos podendo tomar a palavra em público) e da democracia, porque todos igualmente legisladores. Findava então o poder privado, cujos modelos foram o pater familias, o comandante militar e o chefe religioso. Por isso, a democracia moderna se fundava em leis pan-inclusivas e universalizantes, baseadas no indivíduo considerado racional e livre. Suas instituições mediavam conflitos e acordos, como partidos, sindicatos, federações patronais, movimentos sociais e organizações de base, que produziam uma determinada representação de si constituindo, assim, sua identidade.
(...)
A igualdade moderna supunha diferenças - sexuais, étnicas, raciais ou religiosas - a serem reconciliadas, a pós-moderna as estabelece positivadas. Nessa entidade sedentária, há o direito à diferença mas visando a igualdade de inclusão social no mercado onde sobrevive o mais “apto” a conquistar seus “ privilégios” (privus lex, private legus, sendo, justamente, “lei privada”, o “favor” no direito medieval europeu). O mercado requer dissolução da individualidade, compreendida como obstáculo ao consumo e ao mercado padronizador. De onde o fim da diferença - entre as gerações, entre os sexos, entre a linguagem oral e a escrita, entre os comportamentos formais e os informais.Todos cedem à palavra de ordem “flexibilidade”, a primeira e a última qualidade que o mercado exige de cada um."
Confira a íntegra do artigo no sítio http://www.cartamaior.com.br/
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Covardia marrom
O grande jornalista e professor de jornalismo Alberto Dines, nas trincheiras do Observatório da Imprensa, articula resposta indignada aos donos da opinião publicada que, em escala nacional, operam o mesmo modus operandi dos filhotes marrons provincianos.
A imprensa aloprou
A Folha de S.Paulo consegue se superar a cada nova edição. Mais surpreendente do que a publicação do abjeto texto de Cesar Benjamin (sexta, 27/11), sobre o comportamento sexual do líder metalúrgico Lula da Silva quando esteve preso em 1979, foi a completa evaporação do assunto a partir do domingo (29), exceto na seção de cartas dos leitores.
Num dia o jornal chafurda na lama, dois dias depois se apresenta perante os leitores de roupa limpa e cara lavada, como se nada tivesse acontecido. E pronto para outra.
Não vai pedir desculpas? Não pretende submeter-se ao escrutínio da sociedade? Não se anima a fazer um debate em seu auditório e depois publicá-lo como faz habitualmente? E onde se meteram os procedimentos auto-reguladores que as empresas de mídia prometem há tanto tempo quando se apresentam como arautos da ética? Não seria esta uma oportunidade para ensaiar algo como a britânica Press Complaints Comission (Comissão de Queixas contra a Imprensa)?
E por que se cala a Associação Nacional de Jornais? Este não é um episódio que põe em risco a credibilidade da instituição jornalística brasileira? Um vexame destas proporções não poderia servir de pretexto para retaliações futuras? Ficou claro que depois do protesto inicial ("Isto é uma loucura!"), o presidente Lula encerrará magnanimamente o episódio. A Folha, em compensação, enfiará o rabo entre as pernas. Ninguém estrila!
É bom não perder de vista o fato de que esta lambança de um jornal isolado será fatalmente estendida à mídia como instituição. E logo alimentará as inevitáveis desavenças da próxima campanha eleitoral. Isto não interessa aos que desejam preservar o resto de republicanismo desta imensa republiqueta nem àqueles que levam o jornalismo a sério e não querem vê-lo desacreditado, como acontece na Venezuela.
A verdade é que a imprensa brasileira aloprou, levou a sério sua proximidade com o show-business; a obsessão pelo espetáculo e pela "leveza" levou-a para o âmbito da ligeireza, vizinha da irresponsabilidade.
Por outro lado, o controle centralizado das redações associado ao terror de iminentes demissões em massa desestimula qualquer cautela e a mínima prudência. Ninguém estrila ou esperneia. Os jornalistas brasileiros, apesar de tão jovens, andam encurvados – de tanto dar de ombros e não importar-se.
Ano penoso
Há exceções, tênues, percebidas apenas pelos especialistas, porque nossa mídia – ao contrário do que acontece nos EUA e Europa – faz questão de apresentar-se indiferenciada, uniformizada, monolítica, sem nuances.
Este 2009 foi um ano penoso para a Folha, o jornal talvez prefira esquecê-lo. Mas seus parceiros de corporação deveriam refletir sobre o perigo de atrelar uma indústria ou instituição aos faniquitos juvenis de quem ainda não conseguiu assimilar os compromissos públicos de uma empresa privada de comunicação.
***
Em tempo: O recuo da Folha na edição de terça-feira (1/12) é ainda mais vergonhoso do que a denúncia da sexta-feira anterior. Colocar na boca do pivô do episódio que "o artigo de Benjamim é um horror" é uma manobra capciosa, covarde, para responsabilizar um articulista delirante e inocentar diretores irresponsáveis. A Nota da Redação, na seção de cartas, está atrasada quatro dias: pode satisfazer as dezenas de missivistas que se manifestaram, mas despreza os milhares que, horrorizados, leram o resto do jornal.
Alberto Dines 01/12/2009
A imprensa aloprou
A Folha de S.Paulo consegue se superar a cada nova edição. Mais surpreendente do que a publicação do abjeto texto de Cesar Benjamin (sexta, 27/11), sobre o comportamento sexual do líder metalúrgico Lula da Silva quando esteve preso em 1979, foi a completa evaporação do assunto a partir do domingo (29), exceto na seção de cartas dos leitores.
Num dia o jornal chafurda na lama, dois dias depois se apresenta perante os leitores de roupa limpa e cara lavada, como se nada tivesse acontecido. E pronto para outra.
Não vai pedir desculpas? Não pretende submeter-se ao escrutínio da sociedade? Não se anima a fazer um debate em seu auditório e depois publicá-lo como faz habitualmente? E onde se meteram os procedimentos auto-reguladores que as empresas de mídia prometem há tanto tempo quando se apresentam como arautos da ética? Não seria esta uma oportunidade para ensaiar algo como a britânica Press Complaints Comission (Comissão de Queixas contra a Imprensa)?
E por que se cala a Associação Nacional de Jornais? Este não é um episódio que põe em risco a credibilidade da instituição jornalística brasileira? Um vexame destas proporções não poderia servir de pretexto para retaliações futuras? Ficou claro que depois do protesto inicial ("Isto é uma loucura!"), o presidente Lula encerrará magnanimamente o episódio. A Folha, em compensação, enfiará o rabo entre as pernas. Ninguém estrila!
É bom não perder de vista o fato de que esta lambança de um jornal isolado será fatalmente estendida à mídia como instituição. E logo alimentará as inevitáveis desavenças da próxima campanha eleitoral. Isto não interessa aos que desejam preservar o resto de republicanismo desta imensa republiqueta nem àqueles que levam o jornalismo a sério e não querem vê-lo desacreditado, como acontece na Venezuela.
A verdade é que a imprensa brasileira aloprou, levou a sério sua proximidade com o show-business; a obsessão pelo espetáculo e pela "leveza" levou-a para o âmbito da ligeireza, vizinha da irresponsabilidade.
Por outro lado, o controle centralizado das redações associado ao terror de iminentes demissões em massa desestimula qualquer cautela e a mínima prudência. Ninguém estrila ou esperneia. Os jornalistas brasileiros, apesar de tão jovens, andam encurvados – de tanto dar de ombros e não importar-se.
Ano penoso
Há exceções, tênues, percebidas apenas pelos especialistas, porque nossa mídia – ao contrário do que acontece nos EUA e Europa – faz questão de apresentar-se indiferenciada, uniformizada, monolítica, sem nuances.
Este 2009 foi um ano penoso para a Folha, o jornal talvez prefira esquecê-lo. Mas seus parceiros de corporação deveriam refletir sobre o perigo de atrelar uma indústria ou instituição aos faniquitos juvenis de quem ainda não conseguiu assimilar os compromissos públicos de uma empresa privada de comunicação.
***
Em tempo: O recuo da Folha na edição de terça-feira (1/12) é ainda mais vergonhoso do que a denúncia da sexta-feira anterior. Colocar na boca do pivô do episódio que "o artigo de Benjamim é um horror" é uma manobra capciosa, covarde, para responsabilizar um articulista delirante e inocentar diretores irresponsáveis. A Nota da Redação, na seção de cartas, está atrasada quatro dias: pode satisfazer as dezenas de missivistas que se manifestaram, mas despreza os milhares que, horrorizados, leram o resto do jornal.
Alberto Dines 01/12/2009
Sistema atual ilude eleitor
Sistema atual ilude eleitor
O atual sistema eleitoral uninominal, pelo qual o eleitor vota e coloca seu deputado num determinado lugar na lista de classificação de eleitos só existe no Brasil e na Finlândia. E essa clasificação do eleito termina ocorrendo à revelia de quem vota, porque depende de uma série de condicionantes, dentre as quais o poder econômico e o quociente eleitoral.
O sistema dá ao eleitor a ilusão de que ele elegeu o seu deputado, quando na prática o que ele permite é que o poder econômico, ao financiar as eleições, decida o lugar de cada candidato. Já aprovada pelo Senado, a reforma política está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados e tem o apoio do presidente da República. Não foi aprovada na última tentativa porque o PSDB - isso mesmo os tucanos! - se juntou ao PP, PR e PTB e com o apoio do PSB, PDT e PV impediu que o PT, PC do B, parte do PMDB e o DEM - você leu certo, o DEM! - aprovassem a reforma.Sem ela e sem outras medidas, mudanças que aprimorem a administração pública e tragam a obrigatoriedade de nomeação só de funcionários de carreira para os cargos comissionados e instituam os orçamentos impositivos, não vamos conseguir, mesmo com o aumento da fiscalização e do controle externo, por fim ao que estamos assistindo hoje em Brasilia.
José Dirceu
01/12/2009
O atual sistema eleitoral uninominal, pelo qual o eleitor vota e coloca seu deputado num determinado lugar na lista de classificação de eleitos só existe no Brasil e na Finlândia. E essa clasificação do eleito termina ocorrendo à revelia de quem vota, porque depende de uma série de condicionantes, dentre as quais o poder econômico e o quociente eleitoral.
O sistema dá ao eleitor a ilusão de que ele elegeu o seu deputado, quando na prática o que ele permite é que o poder econômico, ao financiar as eleições, decida o lugar de cada candidato. Já aprovada pelo Senado, a reforma política está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados e tem o apoio do presidente da República. Não foi aprovada na última tentativa porque o PSDB - isso mesmo os tucanos! - se juntou ao PP, PR e PTB e com o apoio do PSB, PDT e PV impediu que o PT, PC do B, parte do PMDB e o DEM - você leu certo, o DEM! - aprovassem a reforma.Sem ela e sem outras medidas, mudanças que aprimorem a administração pública e tragam a obrigatoriedade de nomeação só de funcionários de carreira para os cargos comissionados e instituam os orçamentos impositivos, não vamos conseguir, mesmo com o aumento da fiscalização e do controle externo, por fim ao que estamos assistindo hoje em Brasilia.
José Dirceu
01/12/2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Desenvolvimento econômico e seus impactos em debate na UFF daqui a pouco
A Aninha, Coordenadora de Extensão da UFF em Campos informa:
O Projeto de Extensão Segundas Debates: convida você a participar da apresentação do relatório do projeto de extensão: “Estudos dos impactos sócio econômicos da implantação de estaleiro em Barra do Furado/Quissamã – RJ”, no dia 30 de Novembro de 2009, segunda-feira, no horário de 15:30h às 18:00h na UFF/Campos – sala 01.
Expositor: Profº. José Luiz Vianna da Cruz – Coordenador do projeto de extensão em debate e Diretor do Polo da UFF/Campos;
Mediadora: Profª. Ana Maria Almeida da Costa – Coordenadora de Extensão – UFF/Campos.
O Projeto de Extensão Segundas Debates: convida você a participar da apresentação do relatório do projeto de extensão: “Estudos dos impactos sócio econômicos da implantação de estaleiro em Barra do Furado/Quissamã – RJ”, no dia 30 de Novembro de 2009, segunda-feira, no horário de 15:30h às 18:00h na UFF/Campos – sala 01.
Expositor: Profº. José Luiz Vianna da Cruz – Coordenador do projeto de extensão em debate e Diretor do Polo da UFF/Campos;
Mediadora: Profª. Ana Maria Almeida da Costa – Coordenadora de Extensão – UFF/Campos.
Vida longa ao Monitor!
Funcionários do Monitor Campista e membros da AIC e da Associação fundada para defender a manutenção da circulação do tradicional periódico se articulam após reunião com direção dos Diários Associados na última sexta para levantar recursos para a compra da marca do "Monitor", com valor fixado em R$ 250 mil - leia aqui. A proposta destina-se aos funcionários mobilizados e a transação tem, prazo até a próxima sexta pra ser concluída.
Os ativistas pró-Monitor planejam levantar a quantia até a próxima quarta e se reunem amanhã às 10:00 na sede da AIC para avaliar a mobilização e a arrecadação.
O blog apóia esta mobilização e sugere a entidades da sociedade civil e do movimento sindical que tenham condições aderir à campanha de doações e fortalecer a possibilidade de manter em circulação um jornal que se propõe a manter "sua independência em relação aos grupos políticos locais".
Mídia independente e autônoma é algo do interesse dos trabalhadores e da sociedade local.
Os ativistas pró-Monitor planejam levantar a quantia até a próxima quarta e se reunem amanhã às 10:00 na sede da AIC para avaliar a mobilização e a arrecadação.
O blog apóia esta mobilização e sugere a entidades da sociedade civil e do movimento sindical que tenham condições aderir à campanha de doações e fortalecer a possibilidade de manter em circulação um jornal que se propõe a manter "sua independência em relação aos grupos políticos locais".
Mídia independente e autônoma é algo do interesse dos trabalhadores e da sociedade local.
Números do PED em Campos
Um(a) comentaista anônimo(a) questionou em post abaixo a democracia petista, estranhando a proporcionalidade direta, sem quociente de corte ou cláusula de barreira, que define a composição das instâncias dos Diretórios do partido.
Essa confusão foi estimulada pela imprensa local, que confundiu as votações - distintas - para a presidência do DM e para o Diretório. Enquanto o Professor Eduardo Peixoto - apoiado por três chapas - obteve a grande maioria dos votos, com mais de 60% da preferência dos eleitores filiados que compareceram à votação, no pleito para a composição do Diretório houve equilíbrio na distribuição dos votos e, consequentemente, na composição da Executiva.
Abaixo, os números que explicam a proporção observada:
Chapa Movimento. Opção Popular. - 153 votos (2 cadeiras);
Chapa Construindo uma Alternativa - 146 votos (1 cadeira);
Chapa Um partido para todos e todas - 142 votos (1 cadeira);
Chapa Bota esta estrela no peito - 137 votos (1 cadeira);
Chapa Reconstruindo o partido - 40 votos (1 cadeira);
Chapa CNB Baixada - 30 votos (sem representação na Executiva).
Essa confusão foi estimulada pela imprensa local, que confundiu as votações - distintas - para a presidência do DM e para o Diretório. Enquanto o Professor Eduardo Peixoto - apoiado por três chapas - obteve a grande maioria dos votos, com mais de 60% da preferência dos eleitores filiados que compareceram à votação, no pleito para a composição do Diretório houve equilíbrio na distribuição dos votos e, consequentemente, na composição da Executiva.
Abaixo, os números que explicam a proporção observada:
Chapa Movimento. Opção Popular. - 153 votos (2 cadeiras);
Chapa Construindo uma Alternativa - 146 votos (1 cadeira);
Chapa Um partido para todos e todas - 142 votos (1 cadeira);
Chapa Bota esta estrela no peito - 137 votos (1 cadeira);
Chapa Reconstruindo o partido - 40 votos (1 cadeira);
Chapa CNB Baixada - 30 votos (sem representação na Executiva).
Deixaram chegar...
Nas suas últimas conquistas de título brasileiro, em 1987 e 1992 - ainda no formato com fases finais decididas em mata-mata - o Fla chegou na reta decisiva em 8º lugar, atropelando favoritos nos confrontos diretos e consolidando a fama de "time de chegada".Pois agora, quando tem a chance de conquistar seu primeiro campeonato nacional na era dos pontos corridos, o Mengão reedita a tradição de embalar na hora decisiva, ainda que numa competição com fórmula diferente. Apesar do segundo turno quase irretocável, só hoje (domingo), na penúltima rodada da competição, o time atingiu pela primeira vez a liderança do campeonato. Se vencer o Grêmio e conquistar o título, vai figurar no topo apenas nas duas rodadas cruciais. Vamos torcer!
Elenco de campeão
Só no próximo domingo saberemos se o Mengão vai confirmar seu sexto título brasileiro. Mas a partida de hoje confirma que o clube conseguiu enfim nesse ano dispor de um grupo com peças de reposição, tão necessárias numa competição como o Brasileirão.
O time que venceu hoje o Corinthians contou com quatro jogadores teoricamente reservas: Bruno Mezenga e Toró, além de Fierro e Dênis Marques que entraram durante a partida.
O time não reeditou suas melhores apresentações, mas jogou consciente e conquistou o objetivo. Pet não brilhou, Juan e Léo Moura não foram decisivos como em várias outras jornadas, mas os zagueiros Alvaro e Angelim, os meias Toró, Airton e Willians e Zé Roberto foram eficentes e se destacaram na partida.
O time que venceu hoje o Corinthians contou com quatro jogadores teoricamente reservas: Bruno Mezenga e Toró, além de Fierro e Dênis Marques que entraram durante a partida.
O time não reeditou suas melhores apresentações, mas jogou consciente e conquistou o objetivo. Pet não brilhou, Juan e Léo Moura não foram decisivos como em várias outras jornadas, mas os zagueiros Alvaro e Angelim, os meias Toró, Airton e Willians e Zé Roberto foram eficentes e se destacaram na partida.
domingo, 29 de novembro de 2009
Chororô dos bambi
O bambi-mala, Marco Aurélio Cunha - cartola do São Paulo - declarou agora à noite em entrevistas a emissoras de televisão que seu time sentiu falta dos desfalques.
Ora, é bom lembrar ao cara-de-pau do Morumbi que o Fla também chegou à liderança sem Maldonado e Adriano - conforme post acima - além de ter tido jogadores como Juan e Alvaro suspensos nas últimas e decisivas rodadas.
Ora, é bom lembrar ao cara-de-pau do Morumbi que o Fla também chegou à liderança sem Maldonado e Adriano - conforme post acima - além de ter tido jogadores como Juan e Alvaro suspensos nas últimas e decisivas rodadas.
Goiás matou Jason!
O clube esmeraldino comprovou que o empate no Maracanã no último domingo não foi por acaso.O time goiano viveu um bom momento no campeonato e chegou a estar no G4, mas ao longo do segundo turno amargou uma série de maus resultados e se afastou do grupo da ponta.
Agora, na reta final, ao cruzar com os aspirantes diretos ao título, mostrou a força de seu grupo. Retardou por uma semana a chegada do Mengão à liderança e acabou hoje com o mito do Jason são-paulino. O Jason, não é mais imortal! Ele morreu hoje, frente o periquito verde de Goiânia.
sábado, 28 de novembro de 2009
O jeito liberal de governar
O Governador queridinho da imprensa nativa, José Roberto Arruda do DEM, mostra toda a sua competência gerencial. Aclamado pela revista Veja o governador do distrito federal exibiu nos telejornais de hoje o jeito liberal de governar.
Chapa 1 aprovada pela base do SINDPEFAETEC em Campos
A Chapa 1, única inscrita para as eleições do SINDPEFAETEC, realizadas ao longo dessa semana e composta pela atual direção do sindicato, foi eleita com absoluta maioria dos votos para mais um mandato à frente da entidade, desta vez de três anos.
Em Campos, de um universo de 127 filiados aptos à votar, 92 compareceram às urnas e 84 sufragaram a chapa eleita.
ATUALIZAÇÃO em 30/11 às 23:20
Números totais da votação no Estado:
Chapa 1 - 437 votos;
Brancos - 10 votos;
Nulos - 16 votos;
Total de votos - 463.
Em Campos, de um universo de 127 filiados aptos à votar, 92 compareceram às urnas e 84 sufragaram a chapa eleita.
ATUALIZAÇÃO em 30/11 às 23:20
Números totais da votação no Estado:
Chapa 1 - 437 votos;
Brancos - 10 votos;
Nulos - 16 votos;
Total de votos - 463.
Mesmo que uns não queiram!
Feitas e refeitas as contas sobre a composição do novo Diretório do PT de Campos, a partir do PED do último domingo, constatamos que, para a insatisfação dos que mesmo de fora acompanham com grande interesse as questões internas do partido, nossa chapa Reconstruindo o partido - que obteve 40 votos na disputa - conquistou um assento na Executiva local.
Até quando?
Essa nota está meio extemporânea, pela impossibilidade de publicação nos últimos dias.Mas até quando a FIFA vai continuar permissiva com os absurdos jogos oficiais em altas altitudes? Ou será que alguém duvida que a derrota do Fluminense na quarta-feira, assim como a implacável goleada imposta pela mesma LDU sobre o River genérico tem a ver com este fator, bem como as vitórias do fraco time boliviano sobre Brasil, Paraguai e Argentina - esta uma goleada histórica - nas recentes eliminatórias para a Copa?
Os jogos nessas circunstâncias constituem flagrante desrespeito à ética desportiva por constituir vantagem indevida aos times caseiros, cujos atletas já possuem vantagem geral no preparo físico.
Na luta!
Ainda sobre o assunto do post abaixo. A Comissão Eleitoral responsável pelo pleito no Sinpro Campos/ São João da Barra fez publicar na edição de quinta-feira de O Diário decisão onde desconsidera as infundadas tentativas de impedimento e impugnação de membros da Chapa 1, que disputa as eleições para a direção do Sindicato nos próximos dias 10 e 11 de dezembro.
Estamos na luta e com força total!
Estamos na luta e com força total!
Caro(a) Professor(a),
Eu faço parte de um grupo de professores e professoras que há mais de seis anos não se conforma com a transformação de nosso sindicato, o Sindicato dos professores (SINPRO) de Campos / São João da Barra, em uma espécie de “cartório”, uma entidade sindical afastada de sua base, sem diálogo e interação com a categoria.
Esse movimento já enfrentou a atual diretoria nas últimas eleições, há três anos atrás, mas, divididos, não obtivemos êxito em nossos objetivos, apesar de termos conseguido mais da metade dos votos. Agora, unidos em uma única chapa de oposição, mais uma vez sofremos com tentativas de impedir nossa participação no processo eleitoral por meios ilícitos e antidemocráticos.
Este articulista teve questionado seu direito de encabeçar a chapa de Oposição por infundadas alegações de débitos com o sindicato. Na verdade é a gestão atual da entidade que nos deve! Deve combatividade, deve presença nas escolas e diálogo com a categoria, deve ações culturais e de qualificação profissional, deve competência para negociar com firmeza, mas com eficiência um acordo coletivo, já que estamos há dois anos sem aumento. Hoje encaminharemos à Douta Comissão Eleitoral responsável pelo pleito que se realizará nos próximos dias 10 e 11 de dezembro mais um recurso contra pedidos infundados e absurdos de impugnação de companheiros (as) de nossa chapa apresentados pela chapa da situação. Por que tantas inverdades e manobras contra nossa saudável e democrática participação no processo? A quem interessa nos afastar da disputa?
Para nós a decisão deve caber aos eleitores. Optamos por não entrar no denuncismo e na batalha de impugnação. Queremos a vitória nas urnas, e não no “tapetão”. Assim, a Chapa 1- Oposição: Reconstrução do SINPRO segue na luta com amplo apoio do movimento sindical de professores no RJ e de diversas categorias em Campos. Nossa vitória significará a retomada desse importante sindicato para a luta da categoria de professores e da classe trabalhadora. Contamos com você.
Esse movimento já enfrentou a atual diretoria nas últimas eleições, há três anos atrás, mas, divididos, não obtivemos êxito em nossos objetivos, apesar de termos conseguido mais da metade dos votos. Agora, unidos em uma única chapa de oposição, mais uma vez sofremos com tentativas de impedir nossa participação no processo eleitoral por meios ilícitos e antidemocráticos.
Este articulista teve questionado seu direito de encabeçar a chapa de Oposição por infundadas alegações de débitos com o sindicato. Na verdade é a gestão atual da entidade que nos deve! Deve combatividade, deve presença nas escolas e diálogo com a categoria, deve ações culturais e de qualificação profissional, deve competência para negociar com firmeza, mas com eficiência um acordo coletivo, já que estamos há dois anos sem aumento. Hoje encaminharemos à Douta Comissão Eleitoral responsável pelo pleito que se realizará nos próximos dias 10 e 11 de dezembro mais um recurso contra pedidos infundados e absurdos de impugnação de companheiros (as) de nossa chapa apresentados pela chapa da situação. Por que tantas inverdades e manobras contra nossa saudável e democrática participação no processo? A quem interessa nos afastar da disputa?
Para nós a decisão deve caber aos eleitores. Optamos por não entrar no denuncismo e na batalha de impugnação. Queremos a vitória nas urnas, e não no “tapetão”. Assim, a Chapa 1- Oposição: Reconstrução do SINPRO segue na luta com amplo apoio do movimento sindical de professores no RJ e de diversas categorias em Campos. Nossa vitória significará a retomada desse importante sindicato para a luta da categoria de professores e da classe trabalhadora. Contamos com você.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Compromisso com o futuro
O Governo do PT acaba de reafirmar seu compromisso com o futuro do país. Primeiro, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, declarou hoje (26/11/09) que o país reúne as condições necessárias para atingir a meta do milênio de erradicar a fome até 2015. Ele argumentou que 19 milhões de brasileiros já saíram da linha da pobreza extrema e que programas sociais como o Bolsa Família funcionam como referência internacional – sobretudo na América Latina. “Os programas sociais estão efetivamente dando resultado, porque o governo optou por compatibilizar a estabilidade econômica com forte políticas de inclusão e justiça social”. E também hoje, no contexto do Forum mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que ocorre em Brasília, o Ministério da Educação estabeleceu nova meta para o Programa Brasil Profissionalizado. Nosso País dispunha até 2002 de 140 escolas técnicas e terá até o fim de 2010 de 354 unidades. A meta nova é a construção de 1000 escolas técnicas até 2020. De acordo com o secretário de articulação institucional do MEC, Gleisson Rubin, “a rede federal, sozinha, dificilmente terá condições de atender a toda a demanda do ensino técnico no País”. Por isso, tal objetivo só poderá tornar-se factível com a parceria com os demais entes da federação. O representante do MEC argumenta: “Atualmente, menos de 8% dos alunos tem acesso ao ensino técnico. Temos que triplicar esse número para chegarmos próximos aos índices de países como Coréia, China e Espanha”. Ele acrescentou que a expansão da oferta tem por objetivo igualar nações altamente industrializadas onde o número de estudantes das universidade clássica é equivalente ao da educação profissional. Pois é, enquanto o Governo Federal trabalha, o discurso padrão demo-tucano consiste na heróica "denúncia" do inchaço da máquina e no aparelhamento do Estado. Não aprenderam nada com a derrota de 2006!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Rede em expansão
Na tarde de hoje, a Reitora do IF Fluminense, Professora Cibele Daher, o pró-reitor Roberto Moraes e o Deputado Chico D'Angelo (PT-RJ) se reuniram com o Diretor de Patrimônio do Comando Maior do Exército, General Jorge Fraxe. A articulação do Deputado petista junto ao Exército visa viabilizar a ampliação do Campus Guarus do IFF, em área do 56º BI.
A reunião sinalizou para concretização da cessão da área de 35000 metros quadrados, que agora só depende de detalhes burocráticos.
A reunião sinalizou para concretização da cessão da área de 35000 metros quadrados, que agora só depende de detalhes burocráticos.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
42 votos que incomodam muita gente!
Só mesmo deconhecimento profundo das coisas do PT levaria alguém a confundir deliberadamente resultados de eleições internas com possiblidades eleitorais de militantes do partido no universo de simpatizantes e eleitores petistas e dos cidadãos campistas. É caso de ingenuidade ou de má-fé...
Se este blogueiro quisesse confundir alhos com bugalhos, poderia recuperar resultados eleitorais de campeões de votos em eleições internas, ou ainda relembrar votações expressivas obtidas junto ao eleitorado campista por membros de nossa chapa que obteve no PED de domingo 40 votos conquistados com muita honra e fruto de opinião militante. Mas não vamos cair nesse jogo num momento de reconhecer os méritos do companheiro Eduardo - a quem cumprimentei pessoalmente ainda na noite do dia 22 - e recompor a unidade partidária.
O resultado do PED não define nada quanto à convenção de 2012, até porque os processos de escolha das direções partidárias em PED's e de candidatos pelo partido a cargos eletivos em convenções e Encontros Municipais são distintos. Em que pese a companheira Odisséia ser hoje um nome natural para a sucessão de Rosinha, nada impede que este posto possa ser ocupado por outro(a) companheiro(a), até mesmo em função de possíveis e legítimos interesses políticos da Vereadora na conjuntura de então.
Um outro dado particular que não tem destaque na mídia impressa é que o equilíbrio de forças na composição do novo Diretório não se identifica a partir da escolha do presidente, mas sim da proporcionalidade das chapas. Eduardo teve o apoio das três chapas mais votadas na disputa para o DM, mas a chapa Um partido para todos e todas, organizada por ele e pela Vereadora foi apenas a terceira dentre elas, com 142 votos. As chapas mais votadas foram Movimento Opção popular, liderada por Helio Anomal - única a indicar dois membros para a nova Executiva - com 153 votos e Construindo uma alternativa, composta por quadros ligados ao falecido Vereador Renato Barbosa, com 146 votos. O futuro presidente vai precisar de exercitar a habilidade em busca do consenso desejado para unir um Diretório que terá ainda 12 representantes das três chapas menos votadas.
Que o caminho da unidade interna não seja atrapalhado por caprichos e interesses outros que não o bem público.
Se este blogueiro quisesse confundir alhos com bugalhos, poderia recuperar resultados eleitorais de campeões de votos em eleições internas, ou ainda relembrar votações expressivas obtidas junto ao eleitorado campista por membros de nossa chapa que obteve no PED de domingo 40 votos conquistados com muita honra e fruto de opinião militante. Mas não vamos cair nesse jogo num momento de reconhecer os méritos do companheiro Eduardo - a quem cumprimentei pessoalmente ainda na noite do dia 22 - e recompor a unidade partidária.
O resultado do PED não define nada quanto à convenção de 2012, até porque os processos de escolha das direções partidárias em PED's e de candidatos pelo partido a cargos eletivos em convenções e Encontros Municipais são distintos. Em que pese a companheira Odisséia ser hoje um nome natural para a sucessão de Rosinha, nada impede que este posto possa ser ocupado por outro(a) companheiro(a), até mesmo em função de possíveis e legítimos interesses políticos da Vereadora na conjuntura de então.
Um outro dado particular que não tem destaque na mídia impressa é que o equilíbrio de forças na composição do novo Diretório não se identifica a partir da escolha do presidente, mas sim da proporcionalidade das chapas. Eduardo teve o apoio das três chapas mais votadas na disputa para o DM, mas a chapa Um partido para todos e todas, organizada por ele e pela Vereadora foi apenas a terceira dentre elas, com 142 votos. As chapas mais votadas foram Movimento Opção popular, liderada por Helio Anomal - única a indicar dois membros para a nova Executiva - com 153 votos e Construindo uma alternativa, composta por quadros ligados ao falecido Vereador Renato Barbosa, com 146 votos. O futuro presidente vai precisar de exercitar a habilidade em busca do consenso desejado para unir um Diretório que terá ainda 12 representantes das três chapas menos votadas.
Que o caminho da unidade interna não seja atrapalhado por caprichos e interesses outros que não o bem público.
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