Hesitei em postar essa nota. As recentes aparições da Senhorita Andressa Soares neste blog renderam comentários críticos até de um colaborador que - apesar de não ser moralista - classificou como "grotesca" a divulgação que fizemos da chegada da publicação com seu ensaio de nudez às bancas.
Mas não resisti. Esclareço para meu querido amigo e para quem mais se incomodou com a bela presença, que o enfoque dado não pretende caminhar para a vulgaridade. É apenas um elogio à beleza. E numa perspectiva estética, descontextualizando o ensaio do trabalho digamos... "cultural" da moça, as fotos revelam efetivamente rara beleza. E, num dos angulos mais aguardados, um detalhe interessantíssimo. Uma cereja no bolo!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Estratégia ou "pirraça"?
O Roberto Moraes, sempre em cima do lance, já repercutiu a estranha matéria d'O Diário onde o PMDB local exclui o Prefeito Roberto Henriques de sua lista de possíveis candidatos à Prefeitura. O blogueiro comenta a descortesia do gesto e especula sobre as razões que levaram o partido a tal grosseria com um filiado que hoje ocupa o cargo político mais importante do município - veja aqui. E vai mais além, atribuindo à resistência de RH aos caprichos do ex-Governador a motivação para sua exclusão.
Embora a vaidade do ex-Governador justifique essa "pirraça", pode ser que o gesto seja maquiavélico. O PMDB, consciente da extrema rejeição eleitoral ao seu Presidente Estadual, poderia estar isolando o Prefeito em exercício e, desta forma, blindando sua imagem de independência, para mais tarde buscar um acordo com ele em torno da sua inserção no jogo. Não creio muito nessa hipótese, ou em algumas variações que identifiquei na blogosfera, mas convém esperar. Parece "pirraça" no melhor estilo Garotinho, mas pode ser estratégia!
Embora a vaidade do ex-Governador justifique essa "pirraça", pode ser que o gesto seja maquiavélico. O PMDB, consciente da extrema rejeição eleitoral ao seu Presidente Estadual, poderia estar isolando o Prefeito em exercício e, desta forma, blindando sua imagem de independência, para mais tarde buscar um acordo com ele em torno da sua inserção no jogo. Não creio muito nessa hipótese, ou em algumas variações que identifiquei na blogosfera, mas convém esperar. Parece "pirraça" no melhor estilo Garotinho, mas pode ser estratégia!
Abutres marrons!
A Aucilene já havia me mandado uma de suas interessantes - e oportunas - mensagens eletrônicas, indignada com a cobertura da mídia no caso Isabella Nardoni.
Hoje pela manhã, numa rápida zapeada pela TV às 10:00, constatei que todos os programas de variedades ou que fazem o tipo jornalistico tratavam desse assunto em sua pauta - ao mesmo tempo! Num estilo quase sempre sensacionalista.
Tão inaceitável quanto o estarrecedor crime - principalmente se confirmadas as suspeitas sobre a sua autoria - é a exploração que a mídia faz do episódio, insensível à memória da menina e à dor da mãe. Informar é uma coisa, esticar o asunto à exaustão em busca de audiência é outra - inclassificável! Deixem o anjo em paz e que a justiça se faça por parte de quem for competente para tal.
Hoje pela manhã, numa rápida zapeada pela TV às 10:00, constatei que todos os programas de variedades ou que fazem o tipo jornalistico tratavam desse assunto em sua pauta - ao mesmo tempo! Num estilo quase sempre sensacionalista.
Tão inaceitável quanto o estarrecedor crime - principalmente se confirmadas as suspeitas sobre a sua autoria - é a exploração que a mídia faz do episódio, insensível à memória da menina e à dor da mãe. Informar é uma coisa, esticar o asunto à exaustão em busca de audiência é outra - inclassificável! Deixem o anjo em paz e que a justiça se faça por parte de quem for competente para tal.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Choque de capitalismo.

Explico: há cerca de vinte dias, solicitei a transferência de endereço de minha assinatura de linha telefônica da referida empresa. No ato da solicitação, foram me passadas as seguintes informações:
1) A mudança de endereço poderia ser feita com a alteração do número do telefone;
2) Isso não alteraria a contratação do serviço de banda larga (Velox), pois havia disponibilidade técnica para o serviço no novo endereço;
3) Cinco dias após a instalação da linha, o serviço de banda larga estaria disponível.
Ontem ao receber a fatura mensal de serviços, a surpresa: o serviço não estava cobrado. Isso é o que de mais estranho poderia acontecer. Uma empresa capitalista não cobrar por um serviço contratado! Liguei para questionar o problema e fiquei indignado: após ser atendido por três atendentes e ser "jogado" de um lado pra outro pelos serviços 103 e 0800 do Velox, finalmente um rapaz do "suporte Velox" me deu uma informação concreta, e ruim. Ele me afirmou que a minha "nova linha" não possuia possibilidade técnica de receber o serviço, e também que a colega que tinha me garantido que havia esta possibilidade não poderia ter afirmado isso antes da instalação da linha, reconhecendo o erro da empresa. Mas, disse não poder fazer nada sobre o assunto e me mandou de volta para o 103, onde protocolei uma reclamação formal pelo tratamento recebido, salientando que meu interesse em transferir a linha de endereço deu-se exclusivamente pelo serviço de internet banda larga, que desejava manter e que estava em vigor cláusula contratual de fidelidade de doze meses. Destaque para o fato de que a empresa não observou o contrato de fidelidade que certamente faria cumprir se eu solicitasse o cancelamento do mesmo.
Inconformado, voltei a ligar para a operadora e insisti na contratação do serviço como se fosse um cliente novo. Novamente fui informado que "a linha apresentava indisponibilidade técnica" para o serviço. Aí tive uma luz: consultei sobre a possibilidade técnica de o serviço ser oferecido a uma linha cuja assinante é minha mãe, instalada no mesmo endereço, na mesma casa, e... pasme: a resposta foi positiva!
Isso quer dizer que... a empresa cancela e neglicencia um serviço para um cliente que o mantinha contratado e disponibililiza para outra cliente que, se não fosse o "acaso" de ter estreitos vínculos familiares e morar na mesma casa do cliente boicotado, jamais consumiria o referido serviço. Tudo isso temperado com má fé e informações equivocadas. Não contrataria a tranferência de endereço (R$ 55,00) se sobesse que não teria "disponibilidade técnica" para manter o serviço em questão!
Toda essa longa história para constatar como a concorrência faz falta em certos segmentos do mercado. Certas empresas que atuam no Brasil precisam de um bom choque de capitalismo.
Noite de gala!

terça-feira, 8 de abril de 2008
Godofredo apóia André!

FOTO: Jornal O Fluminense.
Dica do Luciano!
Para quem não sabe, este blog tem a honra de receber a visita diária do Mestre Luciano D'Angelo, que agora se inclui entre os colaboradores do espaço.
Por e-mail ele sugere a reprodução aqui de artigo de outro craque, representante da cultura e do jornalismo local, Professor Orávio de Campos, publicado na edição de ontem (07/04) da Folha da Manhã.
Sugestão acatada, segue aqui oportuno debate proposto por Mestre Orávio:
Ziégler e Zumbi dos Palmares
O agitador suíço Jean Ziégler, representante da ONU nos principais eventos sobre a fome no planeta, autor do livro “O Poder Africano” — Elementos de uma Sociologia Política da África Negra e de sua Diáspora nas Américas —, chama atenção para um problema no mínimo interessante e diz respeito às representações ideológicas do colonialismo no cerne das culturas pós-modernas.
Segundo ele, os que pensam que os colonizadores europeus, aportados no Brasil no século XVI, com a cruz do cristianismo barroco e com a rotulagem da Companhia de Jesus, são coisas do passado, se enganam. E aclara que “hoje, à luz dos avanços das tecnologias mascaradas pelo contexto da comunicação, esses elementos estão presentes em todas as instâncias da sociedade moderna”.
E o pior: continuam a exercer, nos meandros sociais e políticos, influências danosas às culturas nativas e às definições conceituais sobre a identidade do povo, desrespeitada enquanto origem étnica. Muito pior: este neocolonialismo assume, na contemporaneidade, aspectos religiosos mais agressivos e intolerantes dos que os praticados pelos jesuítas, através do falso discurso da salvação.
Tudo isso serve para mostrar à sociedade o despreparo dos governos com relação aos primados culturais e o que eles representam para a cidadania. A Fundação Zumbi dos Palmares acaba de empossar uma diretoria composta por elementos portadores da cultura religiosa dos colonizadores, consubstanciada pela visão do evangelismo neopentecostal, com raízes europeizadas.
Não há nada pessoal contra as figuras indicadas por políticos. Mas é um absurdo a entidade, cuja filosofia estatutária está ligada à preservação das culturas afrodescendentes, esteja nas mãos de pessoas que, em tese, satanizam as religiões oriundas dos seus antepassados. Ou se modifica a norma da entidade ou nela se instaura os princípios éticos de seus representantes.
A situação torna-se mais grave, ainda, na medida em que tudo isso fere dispositivos constitucionais que falam sobre a liberdade de expressão religiosa. Não se sabe como será a presença, no mesmo espaço, de colonizadores evangelistas e radicais com os antigos e sagrados signos das tradições iorubas, jêje ou nagô...
Aliás, a fundação, cuja instalação deve-se à espiritualista Vovó Teresa e depois dominada por políticos/partidários, nunca chegou a cumprir as funções para as quais se obriga em nome de uma cultura com mais de 5 mil anos. E longe está de outras fundações dedicadas a Quilombo de Palmares.
Mas a insensibilidade do prefeito em exercício é de doer. Se o discurso pós-moderno, mesmo produzindo perplexidade, precisa fazer sentido, o ato do alcaide criou um “samba do branco alucinado”. Fica difícil compreender as descendências africanas genuflexas diante das densidades religiosas e modernas de seus antigos feitores.
Ninguém merece. Mas a religiosidade imanente e transcendente da África, que habita em todos nós, deveria merecer, pelo menos, respeito.
Atualização em 09/04 às 15:30:
Sobre a polêmica instalada com este artigo, o Professor Orávio concedeu entrevista ao Urgente. Veja aqui.
Por e-mail ele sugere a reprodução aqui de artigo de outro craque, representante da cultura e do jornalismo local, Professor Orávio de Campos, publicado na edição de ontem (07/04) da Folha da Manhã.
Sugestão acatada, segue aqui oportuno debate proposto por Mestre Orávio:
Ziégler e Zumbi dos Palmares
O agitador suíço Jean Ziégler, representante da ONU nos principais eventos sobre a fome no planeta, autor do livro “O Poder Africano” — Elementos de uma Sociologia Política da África Negra e de sua Diáspora nas Américas —, chama atenção para um problema no mínimo interessante e diz respeito às representações ideológicas do colonialismo no cerne das culturas pós-modernas.
Segundo ele, os que pensam que os colonizadores europeus, aportados no Brasil no século XVI, com a cruz do cristianismo barroco e com a rotulagem da Companhia de Jesus, são coisas do passado, se enganam. E aclara que “hoje, à luz dos avanços das tecnologias mascaradas pelo contexto da comunicação, esses elementos estão presentes em todas as instâncias da sociedade moderna”.
E o pior: continuam a exercer, nos meandros sociais e políticos, influências danosas às culturas nativas e às definições conceituais sobre a identidade do povo, desrespeitada enquanto origem étnica. Muito pior: este neocolonialismo assume, na contemporaneidade, aspectos religiosos mais agressivos e intolerantes dos que os praticados pelos jesuítas, através do falso discurso da salvação.
Tudo isso serve para mostrar à sociedade o despreparo dos governos com relação aos primados culturais e o que eles representam para a cidadania. A Fundação Zumbi dos Palmares acaba de empossar uma diretoria composta por elementos portadores da cultura religiosa dos colonizadores, consubstanciada pela visão do evangelismo neopentecostal, com raízes europeizadas.
Não há nada pessoal contra as figuras indicadas por políticos. Mas é um absurdo a entidade, cuja filosofia estatutária está ligada à preservação das culturas afrodescendentes, esteja nas mãos de pessoas que, em tese, satanizam as religiões oriundas dos seus antepassados. Ou se modifica a norma da entidade ou nela se instaura os princípios éticos de seus representantes.
A situação torna-se mais grave, ainda, na medida em que tudo isso fere dispositivos constitucionais que falam sobre a liberdade de expressão religiosa. Não se sabe como será a presença, no mesmo espaço, de colonizadores evangelistas e radicais com os antigos e sagrados signos das tradições iorubas, jêje ou nagô...
Aliás, a fundação, cuja instalação deve-se à espiritualista Vovó Teresa e depois dominada por políticos/partidários, nunca chegou a cumprir as funções para as quais se obriga em nome de uma cultura com mais de 5 mil anos. E longe está de outras fundações dedicadas a Quilombo de Palmares.
Mas a insensibilidade do prefeito em exercício é de doer. Se o discurso pós-moderno, mesmo produzindo perplexidade, precisa fazer sentido, o ato do alcaide criou um “samba do branco alucinado”. Fica difícil compreender as descendências africanas genuflexas diante das densidades religiosas e modernas de seus antigos feitores.
Ninguém merece. Mas a religiosidade imanente e transcendente da África, que habita em todos nós, deveria merecer, pelo menos, respeito.
Atualização em 09/04 às 15:30:
Sobre a polêmica instalada com este artigo, o Professor Orávio concedeu entrevista ao Urgente. Veja aqui.
Valeu Fener!

segunda-feira, 7 de abril de 2008
Avanço do mar.

O Ricardo André também registrou o momento do desabamento em vídeo no seu Eu penso que... (veja aqui).
Imagem: reprodução de vídeo de Vitória Sciammarella (Folha da Manhã).
Segredo de Justiça.
Estranhas as declarações do Presidente da Câmara, Marcos Bacellar, na edição de ontem da Folha da Manhã. Ele ameaça ir ao Ministro da Justiça, Tarso Genro, para denunciar "a quebra do segredo de justiça na revelação de teor de escutas telefônicas" realizadas pela PF na investigação de corrupção na Prefeitura de Campos.
Ora, se há irregularidade na divulgação destas gravações pelo jornal O Diário e pela Diário FM, cabe aos advogados dos indiciados e entidades ligadas à imprensa, ou ao próprio Judiciário tomar providências. O Poder Legislativo local, a quem também cabe fiscalizar o Executivo, deveria era estar interessado na apuração dos crimes apurados pela operação Telhado de Vidro e requisitar à Justiça Federal todas as gravações. Elas deveriam subsidiar uma justificada CPI. Por fatos que considero de menor gravidade - e que envolveriam valores bem menores dos que teriam envolvido contratos e licitações irregulares em Campos - há comissões desta natureza instaladas atualmente no Congresso Nacional!
Ora, se há irregularidade na divulgação destas gravações pelo jornal O Diário e pela Diário FM, cabe aos advogados dos indiciados e entidades ligadas à imprensa, ou ao próprio Judiciário tomar providências. O Poder Legislativo local, a quem também cabe fiscalizar o Executivo, deveria era estar interessado na apuração dos crimes apurados pela operação Telhado de Vidro e requisitar à Justiça Federal todas as gravações. Elas deveriam subsidiar uma justificada CPI. Por fatos que considero de menor gravidade - e que envolveriam valores bem menores dos que teriam envolvido contratos e licitações irregulares em Campos - há comissões desta natureza instaladas atualmente no Congresso Nacional!
OAB Campos facilita a vida dos advogados.
Agora há pouco, na Praça São Salvador, vi o micro-ônibus que a 12ª Subseção da OAB-RJ (Campos) colocou à disposição dos advogados de Campos para os deslocamentos entre o Fórum, a Justiça Federal e outros locais de grande circulação destes profissionais liberais.
Considerando os problemas do trânsito em Campos, que ocasionam transtornos no deslocamento mesmo em carros particulares, o estacionamento restrito nos pontos do trajeto e a precariedade no transporte coletivo do município, a idéia é muito feliz e constitui uma medida efetiva da Ordem em favor da classe.
Bela iniciativa do Dr. Filipe Estefan, Presidente da OAB Campos!
Considerando os problemas do trânsito em Campos, que ocasionam transtornos no deslocamento mesmo em carros particulares, o estacionamento restrito nos pontos do trajeto e a precariedade no transporte coletivo do município, a idéia é muito feliz e constitui uma medida efetiva da Ordem em favor da classe.
Bela iniciativa do Dr. Filipe Estefan, Presidente da OAB Campos!
Boa idéia.
O inquieto Xacal lançou n'A TroLha um Seminário Virtual para o debate de problemas da nossa cidade.
Clique aqui para conhecer melhor a proposta e participe!
Clique aqui para conhecer melhor a proposta e participe!
Parabéns!
Apesar do triste papel desempenhado pelo PIG e pelos principais órgãos de imprensa do Brasil, o Comentários reconhece o valor dos nossos bons homens - e mulheres - da imprensa, e parabeniza os companheiros blogueiros Vitor Menezes (e toda equipe do Urgente), Ricardo André, Marcio Fernades, bem como meu amigo Rodrigo Florêncio, colaborador desse blog, pelo dia do jornalista! Através deles, homenageamos todos os jornalistas de Campos e do Brasil.
Também cumprimentamos o comerciante Irajá Carneiro, percussor dos blogs pelos 25 anos do seu tradicional Telegiz, destacado hoje pelo Ricardo no seu Eu penso que... (veja aqui).
Também cumprimentamos o comerciante Irajá Carneiro, percussor dos blogs pelos 25 anos do seu tradicional Telegiz, destacado hoje pelo Ricardo no seu Eu penso que... (veja aqui).
O preço da preguiça!

Assim, o Rubro-negro segue para novo e eletrizante jogo contra o Botafogo no próximo Domingo. O melhor caminho para as finais seria jogar contra o Vasco. Mas quem quer ser campeão não pode escolher adversários. E o Mengão tem uma vantagem no "play off" de três partidas com o time de General Severiano. Se perder a semifinal de Domingo, o Mengão ainda pode chegar ao título nos dois jogos finais, enquanto o Fogo sofre toda a pressão de jogar só pela vitória. Digo isso porque não acredito no Fluminense. Com um técnico que ainda não convenceu, um time sem padrão e escalação definida e que corre o risco de chegar aos jogos decisivos sem nenhum dos seus três atacantes, acho que - apesar de ter bons jogadores - o tricolor, se superar o Vasco, não passa pelo melhor conjunto de Flamengo ou Botafogo.
A sorte está lançada. Espero que o Flamengo traga um bom resultado de Cuzco, o que elevaria o astral do time e daria tranquilidade para o decisivo jogo com o Botafogo.
Tristeza.

Para mim, o rebaixamento do simpático Mequinha é mais um capítulo num processo que vem alijando clubes tradicionais da Primeira divisão carioca. Ele junta-se a São Cristóvão, Bangu, Goytacaz, Olaria, Bonsucesso e Portuguesa na Segundona. Estes clubes detém um patrimônio fundamental no futebol: torcida. Ao contrário de outros esportes coletivos, como basquete e volei, onde empresas formam e desmontam times e é fácil lotar ginásios, no futebol é necessário ter apelo popular.
É bem verdade que estes clubes perderam torcida nas última décadas - a exceção do Goyta! Mas, ainda assim, atraem mais atenção e público que times fabricados por Prefeituras e empresários como Macaé, Cabofriense e Boavista, que acabam de garantir vaga na Série C do Brasileiro! Prova disso é a ascensão do tradicional Madureira nos últimos anos, a partir da modernização e planejamento do clube.
O blog ainda acredita na ascensão do Goyta, e torce para que ele tenha a companhia de um dos clubes tradicionais, ao invés de um dos times de ocasião a serviço de interesses políticos ou de empresários da bola!
Último aperitivo!

domingo, 6 de abril de 2008
Novidades!
O Cheff de Família agora é self-sevice de terça a domingo, com o mesmo cardápio e qualidade que conquistou você e sua família, e muito mais opções! Agora também você pode ir tomar o seu café da manhã no Cheff e à noite, deliciosas pizzas para o seu lanche. Tudo isso e mais os lanches com os quais você já está acostumado. Se você ainda não conhece as delícias do Cheff vá correndo conferir e... Bom apetite!!!
O Cheff de Família fica na rua Dr. Beda, esquina com Oscar Machado, telefone: 2726-4572.
Abuso.
Ontem, em trânsito pela cidade, li um aviso em um coletivo que revela abuso por parte da empresa concessionária no que se refere ao passe livre dos estudantes da rede pública.
O aviso comunica aos beneficiários da citada lei que desde a última quinzena devem exibir a identidade estudantil e que esta deve constar o turno do aluno, bem como seu endereço residencial. Ora, isto é um absurdo, visto que o aluno não pode controlar o modelo da sua identidade estudantil, o que fica a cargo da Escola. E é bom que se diga que tais informações não são obrigatórias no documento, sobretudo o endereço!
Além disso, conheço bem essa lei e posso afirmar que ela não condiciona o gozo do benefício ao turno ou endereço do estudante. Ela é bem clara: o estudante da rede pública tem direito ao acesso gratuito no transporte coletivo regular na cidade, PONTO!
É bom que a EMUT e os nobres Vereadores - que em breve vão se dedicar à caça aos votos dos estudantes - façam cumprir a LEI! E coíbam tais abusos por parte das empresas de ônibus.
O aviso comunica aos beneficiários da citada lei que desde a última quinzena devem exibir a identidade estudantil e que esta deve constar o turno do aluno, bem como seu endereço residencial. Ora, isto é um absurdo, visto que o aluno não pode controlar o modelo da sua identidade estudantil, o que fica a cargo da Escola. E é bom que se diga que tais informações não são obrigatórias no documento, sobretudo o endereço!
Além disso, conheço bem essa lei e posso afirmar que ela não condiciona o gozo do benefício ao turno ou endereço do estudante. Ela é bem clara: o estudante da rede pública tem direito ao acesso gratuito no transporte coletivo regular na cidade, PONTO!
É bom que a EMUT e os nobres Vereadores - que em breve vão se dedicar à caça aos votos dos estudantes - façam cumprir a LEI! E coíbam tais abusos por parte das empresas de ônibus.
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