Na última quarta-feira, enquanto tentava embarcar num micro-ônibus da Auto Viação Tamandaré falando ao celular e com um Riocard em punho, fui advertido pelo doublé de motorista e cobrador que o coletivo estava sem catraca eletrônica e que teria de pagar R$ 1,00 para seguir viagem. Muito interesado em manter a conversa em curso, dispensei o ônibus e esperei um outro.
A prática, recorrente em outra empresa que circula com vários ônibus "a seu serviço" e sem as catracas eletrônicas, é estranha e ameaça a regularização do sistema da "tarifa social" com a utilização do "cartão cidadão" da Prefeitura. Ouvi de um cobrador que está prevista a utilização do cartão distribuido aos cidadãos cadastrados como registro da circulação de usuários, via catraca eletrônica, como controle para o acerto de contas do subsídio injetado nas empresas.
Também ouvi de um amigo que há uma portaria do DETRO que obriga as empresas que não disponibilizam as catracas eletrônicas a franquear o acesso a passageiros portadores do Riocard em seus carros. Vou buscar me certificar disso e, se for o caso, na próxima oportunidade usufruir de tal direito!
Atualizado às 16:06
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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2 comentários:
Na Progresso funciona assim: como os ônibus não têm a catraca, basta exibir o cartão ao cobrador (ou ao motorista-cobrador, no caso de micro-ônibus) e entrar.
po fabio, larga de ser pau-duro!por causa de 1 real desceu do onibus e esperou outro?
huahahauha!
mas falando serio um dia o sujeito ainda vai entrar numa dessas carroças de campos e ve q nao tem poltrona! sentar no chao! mas a difusora diz q as empresas de campos tao renovando a frota e q nosso transporte ta uma maravilha!coisa de cinema!
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