sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Dá-lhe Goyta!!

Essa é chamada clássica para os registros do Roberto Moraes sobre o Azul da Rua do Gás!
Na quarta-feira estivemos juntos nas arquibancadas do Arizão e o Mestre clicou este blogueiro e o João Vittor vibrando com a classificação do Goyta.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

IRRESISTÍVEL?

Reação da maioria dos marmanjos por aí, no traço do Amarildo!


ATUALIZAÇÃO em 05/10 às 13:40

Na frente do Noblat!

Este post, de ontem, foi publicado no início da tarde. Mais tarde às 19:41 foi parar no badalado blog do Noblat. O blogueiro comemora o feito e agradece o acesso habitual a seus amigos... que puderam ver primeiro essa divertida charge do Amarildo!

Perguntar não ofende 2

Dando sequência à série iniciada logo abaixo, não resisto a mais uma questão instigante.

Hoje é dia de São Francisco de Assis!

Será que os membros do Diretório local do PT, ao avaliar logo mais a solicitação de filiação do Dr. Rodrigo Quitete, "aconselhado" por Mocaiber a ingressar no partido, vão levar em conta o famoso ensinamento do Santo: "É dando que se recebe"?

Perguntar não ofende!

O blog também abre a sua seção voltada para a elucidação de candidas e inocentes questões!

Vendo agora há pouco o Roberto Metamorfose Ambulante Freire, presidente do PPS e atual aliado da direita (PSDB e DEM), defendendo a inquestionável fidelidade partidária para reaver os mandatos dos Deputados eleitos ano passado pela legenda e que deixaram o seu Partido, me ocorreu a seguinte dúvida:

Será que o nobre Deputado concordaria - em coerência com a consulta proposta por seu partido ao TSE - em devolver ao PT o mandato da Soninha, vereadora recém-filiada ao PPS para candidatar-se à Prefeitura paulistana?

É HOJE...



Aos companheiros membros do Diretório Municipal do PT que nos dão a honra da visita regular a este blog, cumpre informar que será hoje às 19:30 o "Ato Solene" de entrega do PT local ao Prefeito. O fato se dará a partir do acolhimento da candidatura de seu pré-candidato a vereador, Dr. Rodrigo Quitete.

Só espero que, na oportunidade nenhum adesista mais afoito resolva indicar Mocaiber para "presidente de honra" do PT de Campos!!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

CENSURA PEDAGÓGICA!

O canalha Ali Kamel, "Poderoso Chefão" do Jornalismo da GLOBO voltou ontem a carga assumindo o papel de censor de livros didáticos de história.

Curioso que a GLOBO, que detonou a classificação etária da programação da TV aberta, confundida maliciosamente com "censura", tenha agora o principal responsável por seu jornalismo atuando como organizador de um index de publicações didáticas "malditas" na área de estudos sociais voltadas para educação básica.

Kamel, que assume ares de vestal para atacar livros didáticos de excelente qualidade, é o mesmo que participou da trama que envolveu os repórteres César Tralli e Rodrigo Bocardi, o delegado federal Edmilson Bruno e a equipe de TV da campanha de Geraldo Alckmin, denunciada pela revista Carta Capital em outubro de 2006 (n°415), favorecendo este candidato e garantindo o segundo turno nas eleições presidenciais.

O jornalista Rodrigo Vianna, ao se desligar da GLOBO em dezembro do ano passado, divulgou uma carta que dá bem o tom do jornalismo praticado por esse Sr. - leia aqui.

O livro atacado desta vez foi “Projeto Araribá, História, Ensino Fundamental, 8”, da Editora Moderna.

O Deputado estadual Rui Falcão(PT) de São Paulo publicou um artigo que lança luzes sobre os possíveis interesses por trás do discurso do censor-facista - leia aqui.

Vitória do Goyta no taço do João Vittor!

Goyta na segunda fase!

O Goytacaz venceu agora há pouco o Profute por 2X0, com gols de Edu e Leandrinho e se classificou para a próxima fase da Segundona.

ATUALIZAÇÃO às 22:30

O Goyta fez uma partida melhor do que as anteriores, mas há que se destacar a fragilidade do adversário que somou apenas dois pontos na competição. O blogueiro Roberto Moraes promoveu o time da categoria de "limitado" para a de "esforçado"! Leandrinho deu mobilidade ao ataque e mostrou que tem qualidades, mas ele não pode ficar isolado. O time carece de um Matador! Edu fez um gol e jogou com vontade, mas perdeu um gol feito cara-a-cara aos três minutos do segundo tempo. O primeiro gol foi aos trinta minutos da etapa inicial e o 2X0 veio aos quinze da etapa complementar.
Edu faz um a zero Goyta.

A grande polêmica nas arquibancadas ficou por conta da possibilidade de inscrição de novos jogadores para segunda fase. No Goyta aguardam essa definição jogadores importantes como Flávio Pinto e Rondineli. Não há - até agora - informação oficial sobre este requerimento.

O provável grupo do Goyta na próxima fase: Macaé Esporte (1º do Grupo A), Duque de Caxias (2º do Grupo B) e Tigres.(4º do Grupo D).

FOTO: NA REDE.

ATUALIZAÇÃO 04/10 às 7:30

O Roberto Moraes já alertou para a dificuldade que no Azul deve encontrar neste grupo. Na verdade havia a expectativa de que o Goyta pegasse um grupo mais fácil, com Resende, Floresta e CFZ. Mas, confirmando a - sutil - ascensão do time, o Goyta, finalmente, assumiu na última rodada a terceira posição do grupo C e mudou seu emparceiramento!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

COMPROMISSO HISTÓRICO

O historiador Eric Hobsbawm é um clássico vivo. Aos 90 anos, o autor de Era da Revoluções não se contenta em ser reconhecido como o mais importante em sua especialidade. Ao contrário, continua ativo como intelectual participativo do debate público. Pois é nesse debate que sua coerência e consistência são testadas todo o tempo. No último domingo, ele concedeu ao Jornal Folha de São Paulo a entrevista que tem trecho selecionado logo abaixo.

FOLHA - O sr. diz que seu objetivo ao escrever 'Globalisation, Democracy and Terrorism' era ajudar os jovens a enfrentar o século 21 com o pessimismo necessário. Por quê?
HOBSBAWM - Não gostaria que isso fosse tomado como apenas a impressão de um velho homem. O fato é que as perspectivas simplesmente não são boas. Não me refiro apenas à política internacional, mas também aos assuntos relacionados ao ambiente. Hoje já não se pode dizer tão seguramente, como se podia ao longo dos séculos 19 e 20, que estamos num caminho de progresso e que as coisas só vão melhorar. Questões como crise de energia e falta de água são reais. Outro processo que não vai parar é o da globalização, e talvez o preparo que se exija dos jovens é para que saibam como vão lidar com essa aceleração dramática. Como o otimismo é uma característica tão natural na juventude, é preciso que reflitam sobre como direcioná-lo a alvos certos.
Para conferir na íntegra clique aqui.

Saudades da Bebel!

Veja essa do Bessinha:

Baixa no PT!

Apesar do fato ser da quinta-feira, o blog assume o cochilo e divide com os leitores - em especial com os petistas e simpatizantes - a má notícia.

Alertado pelo Mestre Roberto Moraes fiquei sabendo hoje (ontem) do desligamento da Vereadora Soninha do PT de São Paulo.

Grande perda. Companheira de boas idéias e iniciativas inovadoras, Soninha vinha compondo o Movimento Mensagem ao Partido. Com sua irreverência habitual - que nunca subjugou sua seriedade - deu este título à sua carta de despedida!

Sai para disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PPS. Grande candidata, talvez seja penalizada pela opção por um partido decadente, em função da postura contraditória de figuras como Freire e Jungman, que se associam ao DEM e ao PSDB assumindo posições conservadoras. O mesmo partido que tentou explicar o apoio a Alckmin criticando FHC, ninguém entendeu nada!

Mas aqui não quero discutir a esquizofrenia do PPS, e sim lamentar a perda da Soninha, que lá chega anunciando independência e nos propõe a seguinte questão: a ação política local, em determinados contextos onde um partido limite projetos e iniciativas pode exigir deslocamentos partidários?

Questão polêmica quando a fidelidade partidária - necessária - está na ordem do dia.

Mas esse debate é "conversa comprida". Por enquanto, fico por aqui.

Leia a carta de desfiliação da Soninha:

São Paulo, 27 de setembro de 2007.
Mensagem ao Partido

O título me ocorreu espontaneamente; não resisti à tentação de usá-lo... (É o nome da tese que assinei, ou seja, que eu apoiei no Congresso do PT).
Pensei em escrever apenas “venho por meio desta solicitar minha desfiliação do Partido dos Trabalhadores”. Mas seria formal demais, frio demais para uma relação de 26 anos.
Não, eu não tenho a pretensão de me gabar de ter sido uma das fundadoras do PT (eu tinha 14 anos!). Apenas me identifiquei com o partido desde que ele foi fundado, e sempre me considerei petista e militante. Sem aquela participação “orgânica” que para muitos é a única que vale, mas indo muito além do mero voto na eleição. Pegava material para distribuir, participava das campanhas, entrava em discussões e debates, públicos ou familiares. Essa militância não-orgânica que, acredito, ajudou o partido a crescer em reconhecimento e prestígio na sociedade.
Mas agora estou saindo, e se não quero fazer nada muito frio, também não acho que deva ser “quente”, cheio de carga emocional, ódio e ressentimento.
Nos últimos meses foi assim: alguns me aconselhavam, exortavam, imploravam para que saísse do PT, cheios de fúria – uma parte deles dizendo “eu também era petista, e o partido me traiu”; outra parte, “sempre odiei esse partido”. Havia também os que suplicavam para que eu não saísse: “não acredite no que dizem da gente, é tudo mentira!” -- ou, coincidindo com que eu decidi fazer, “fica, vamos brigar aqui dentro”.
Que nenhum outro partido desperte tantas emoções pró e contra é um fenômeno que não vale a pena discutir agora..
Pois bem: sem drama, sem ódio, resolvi sair do PT. Já andava desanimada demais, sem disposição para continuar brigando dentro dele, por ele.
Em qualquer relacionamento temos problemas, crises, conflitos, divergências. Eles não precisam determinar a separação. Mas, se ao fim de algum tempo, houver mais divergências que afinidades, mais distância que proximidade, chega-se a um ponto em que não faz sentido “segurar” a relação.
Não saio do PT por causa dos erros graves cometidos por integrantes do partido; o desafio de toda instituição é identificar, punir e criar mecanismos para evitar desvios, deturpações, ilicitudes. Nenhuma está imune a isso. Saio porque acho que algumas de nossas inclinações, hoje, são muito diferentes. Onde o partido já foi até intransigente, ficou muito concessivo. Onde eu acho que é o caso de negociar, o PT se recusa. Quem conviveu comigo nesse tempo de mandato sabe das nossas divergências -- naturais, inevitáveis, mas talvez predominantes hoje em dia.
Não vou, de um dia para o outro, renegar o que defendi, só porque saí do partido – se eu nunca deixei de criticá-lo quando estava dentro... Não era defensora fanática, não serei detratora do mesmo tipo. Não sou fanática!
Era muito provável que eu saísse do PT para não entrar em partido nenhum. Já tinha decidido que não seria candidata a um novo mandato na Câmara Municipal. Por desistir da política? Não, para me dedicar ao serviço público em outro lugar, sem planos de disputar novo mandato eletivo e sem procurar outra legenda. Sempre disse que partido perfeito não existe; seria bobagem deixar o PT com a esperança de encontrar um lugar sem problemas, desconfortos, atritos.
O PPS mostrou interesse em ter em seus quadros alguém “independente” -- o tipo de “problema” que eles querem ter, pelo que entendi. Não se apresentou como o céu, o olimpo, a terra pura, mas uma instituição que quer se qualificar, aperfeiçoar, se tornar sempre mais consistente. E que ofereceu a oportunidade empolgante de disputar no ano que vem a prefeitura de São Paulo; a chance de entabular um debate rico, baseado em visões da cidade, diretrizes, propostas, reconhecendo honestamente boas experiências aqui ou em outros lugares do Brasil e do mundo, estabelecendo um compromisso com algumas metas e não promessas fabulosas.
Continuarei com respeito, admiração e afinidades com muitos petistas... Não torço para que o PT "se dê mal"; enquanto a democracia se basear nesse modelo com partidos (pressinto que em algumas décadas teremos outros modos de organização, mas isso é lucubração para outra hora), ela continuará precisando de bons partidos, para que tenhamos o debate, façamos o bom combate. Espero, agora, que se cumpra a profecia de um colega (do PC do B!): “Vai ser bom pra cidade”.

Atenciosamente,

Soninha Francine

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Amor com amor se paga?



Tive o informe, por meio da professora Odisséia Carvalho - membro da executiva estadual do PT e muito bem relacionada com o ex-Campo Majoritário, atual CNB (Construindo um novo Brasil) - de que a direção nacional do partido insiste para que os Diretórios Municipais acatem orientação de estabelecer alianças onde outros partidos da "base aliada" estiverem mais potencializados para a prefeitura local.

Aqui em Campos isso excluiria o polêmico PMDB por razões óbvias. Mas a julgar por nota do Noblat em seu blog hoje (veja aqui), é bom tomar cuidado com o PSB. Veja o que diz Roberto Amaral, vice-presidente dos socialistas:

Integrantes do bloco, PC do B, PSB e PDT adotaram como norma para 2008 o lançamento de candidatos nas cidades com mais de cem mil habitantes (200 mil, no caso do PDT).

Onde não for possível, vão costurar alianças dentro do próprio bloco. "Só na impossibilidade disso, vamos tentar com os partidos da esquerda da base de apoio do governo. Aí, o PT", explica o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral."

A DURA VIDA DE LULA, por Duke

Ahmadineyad e os homossexuais!

Mais uma nota interessante de CM (esta de hoje), denunciando - através de provocação meio irônica - desrespeito aos direitos humanos no Irã:

POR QUE AS PARADAS-GAYS NÃO DÃO UMA PARADINHA EM FRENTE DA EMBAIXADA E CONSULADOS DO IRÃ?
el país.
Ser homosexual en el país de Ahmadineyad

Gays iraníes relatan la dureza de vivir en un régimen que niega su existencia y que mantiene la pena de muerte para los 'desviados'. "Entonces, ¿yo no existo?", exclama incrédulo M., un gay acomodado de Teherán ante la afirmación de que "en Irán no tenemos homosexuales" pronunciada por el presidente, Mahmud Ahmadineyad, en la Universidad de Columbia el pasado lunes. "Lo que debiera hacer es informarse antes de hablar para no meter la pata como con el Holocausto", añade Taha, de los pocos gays iraníes que ha aceptado hablar con este diario. La discreción es la norma de supervivencia en un Estado cuyo código penal establece la pena de muerte para quien mantiene relaciones homosexuales. Algo que también ocurre en países aliados de EE UU como Pakistán, Arabia Saudí o Yemen.

César Maia in CLINTON GLOBAL INITIATIVE 2007!

Às vezes vale a pena acessar o ex-blog do falastrão alcaide carioca - novo amigo de infância do falastrão Garotinho.

O líder do DEM carioca esteve em Nova York no Forum anual de debates promovido pelo ex-presidente norte-americano Bill Clinton, e relatou varias passagens do evento, além de curiosidades sobre o clima e a paisegem urbana de Manhatam.

Sobre os debates relacionados à Educação, interessante discussão sobre a exclusão das meninas à esse direito na África e na Ásia:

"A questão básica nos painéis de educação onde a prefeitura do Rio esteve presente, foi a completa -ou quase- exclusão das meninas, da escola e a importância delas serem atraídas para a melhor constituição das famílias, etc...Nesses paises sequer há a consciência dos direitos das meninas a estudar. Exclusão educacional das crianças com AIDS, em geral órfãs e dos portadores de deficiência nesses paises. Abrem espaço para meninas irem a escola com irmão menor, que cuida, como forma de atraí-las. Uma menina no Sudão tem mais chance de morrer de parto do que estudar."

Participaram do evento - que teve entre os palestrantes Al Gore e o bispo africano Tutu - "31 presidentes, chefes de estado e primeiros-ministros e 54 ministros de estado." Do Brasil: "Governo do Estado do Amazonas e Prefeitura do Rio de Janeiro."

SEM CARRO EM SP!

Voltando ao assunto das manifestações do último dia 22, "Dia Mundial sem Carro", a Vereadora Soninha, do PT paulistano, divulgou em seu site a excelente cobertura que o blog Apocalipse Motorizado fez da BICICLETADA - e não bicicleata! - que partiu da concentração na Praça do Ciclista. Veja aqui.

FOTO: site Nossa São Paulo é outra cidade.

domingo, 30 de setembro de 2007

Lembrou 82!












Acabou de terminar a final da Copa do mundo feminina de futebol. o Brasil perdeu para a Alemanha por 2X0.

Além de constatar que errou todos os seus prognósticos no futebol para o fim-de-semana, tanto os otimistas quanto os pessimistas - por isso o futebol é apaixonante - o blogueiro fez uma viagem no tempo. Minha memória voltou a 1982 quando... deu vontade de chorar. Faz um pouco mais de 25 anos que o Brasil de Zico fez campanha belíssima, encantou o mundo e foi derrotado nas oitavas-de-final pela Itália, assim como aconteceu com o escrete canarinho comandado por Marta, hoje na final!

Outra semelhança é com relação ao adversário. A seleção feminina da Alemanha, assim como a tradição européia e a Itália de Paolo Rossi joga fechada e no contra-ataque. O time do Brasil dominou a partida, sobretudo o primeiro tempo, teve mais posse de bola, chutou bola na trave, perdeu penalti, mas... foi superado pelo contra-ataque e a bola parada da agora bi-campeã do mundo.

Fica, além da tristeza reeditada, a esperança que as meninas tenham lembrado o que é o futebol brasileiro. Isso é importante no momento em que os marmanjos parecem fascinados pelo futebol burocrático, "à européia", das alemãs. Vide o jogo do São Paulo, virtual campeão brasileiro de 2007.

Daqui a poco tem show...

A maravilhosa Marta no traço do craque Amorim!

ALÍVIO!

Para a alegria da Scarlet Breu, do Lance, e - assim como o Goyta - também superando as expectativas do blogueiro, o Mengão venceu o Galo por 1x0 e respirou aliviado. Alcançou inclusive a zona da Sul-americana, pelo menos até o complemento da rodada, logo mais!

Se você ainda não soube, acredite: o gol foi de Cristian, um dos membros do quarteto de meio-campo responsável pela desconfiança do blogueiro! Faço aqui mea-culpa.

SEMPRE MARICÁ!

Contrariando o pessimismo do blogueiro, o Goyta arrancou um empate importante na tarde de ontem contra a Portuguesa na Ilha do Governador!
Após sofrer um gol aos 10 minutos do segundo tempo o time alvi-anil demonstrou equilíbrio e soube reagir em busca do empate. Maricá marcou aos 19, mas o gol foi anulado, gerando grande reclamação por parte dos jogadores do Goyta. Finalmente, o lateral-artilheiro voltou a marcar aos 39 e decretou o empate - 1X1 - estabelecendo o placar final da partida.
O Goyta tem um time bem definido pelo Roberto Moraes como "limitado", e depende muito de Maricá, inclusive para as finalizações. Contudo, a vaga na próxima fase ficou bem próxima, pois o Goyta depende apenas de uma vitória simples na quarta-feira, no Arizão, contra o já eliminado Profute. Fica agora a expectativa sobre a possibilidade da FERJ acolher a inscrição de atletas importantes como Rondineli e Flavio Pinto para a segunda fase da Segundona!