Em contraponto ao post acima, Paulinho da Viola reage com serenidade de príncipe - que é - ao mau momento de seu Vasco. O compositor argumenta que o rebaixamento não é o "fim-do-mundo" e destaca que a história de glórias do clube é maior que a crise. Serenidade é elegência. Grande Paulinho!
O modo de ser do novo intelectual deve consistir num tomar parte ativo na vida prática, como construtor, organizador, "persuador permanente", sem isso limita-se a ser "especialista" e não chega a ser "dirigente". (...) Ao formar-se o dirigente, é fundamental a premissa: pretende-se que existam sempre governados e governantes, ou pretende-se criar as condições em que a necessidade dessa divisão desapareça?
ANTONIO GRAMSCI
CAMPANHA EM DEFESA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE CAMPOS
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